As 7 melhores maneiras de como fazer vídeo marketing
Sete formatos de vídeo para empresas, quando usar cada um, o que é preciso para gravar e quais métricas acompanhar.
Para produzir conteúdo com regularidade, oito ferramentas cobrem o processo inteiro: Feedly e Quora para achar pauta, Planejador de palavras-chave e Google Trends para escolher o termo, um assistente de IA e o Google Docs para estruturar e escrever, Canva para as imagens e Google Agenda para o calendário. Quase todas têm versão gratuita suficiente para uma empresa pequena.
Quem publica com regularidade usa pouca ferramenta, mas usa sempre as mesmas. As oito deste artigo dão conta do trabalho de uma empresa pequena ou média: Feedly, Quora, Planejador de palavras-chave do Google Ads, Google Trends, um assistente de IA, Google Docs, Canva e Google Agenda. Elas estão organizadas pela etapa em que entram, porque o erro mais comum é assinar um software novo quando o problema está na falta de pauta ou de calendário.
Um conteúdo passa por cinco momentos: alguém decide o assunto, confere como as pessoas buscam por ele, organiza o que vai dizer e escreve, prepara as imagens e publica numa data combinada. Para saber qual ferramenta falta, basta descobrir em qual dessas etapas o seu conteúdo costuma travar. Se o blog fica dois meses parado, o gargalo quase sempre está na primeira ou na última.
Tudo isso pressupõe que você sabe para quem escreve. Uma academia que publica "como perder gordura" disputa atenção com portais enormes. A mesma academia respondendo o que comer antes do treino das seis da manhã fala com o aluno dela.
O Feedly é um leitor de feeds: você cadastra os blogs, portais e canais do seu setor e ele reúne tudo o que foi publicado num lugar só, no navegador ou no celular. Em vez de visitar quinze sites toda semana, você abre uma lista. Serve para acompanhar o que os concorrentes estão publicando e para perceber quando um assunto começa a aparecer em vários lugares ao mesmo tempo, sinal de que vale uma pauta.
O Quora é uma rede de perguntas e respostas. O valor dele para quem produz conteúdo está nas perguntas: são dúvidas escritas com as palavras do público, sem o vocabulário técnico da empresa. Busque o seu tema e anote as perguntas que se repetem. O mesmo exercício funciona com a caixa "As pessoas também perguntam" do Google e, melhor ainda, com as dúvidas que chegam pelo WhatsApp e pelo time de vendas. Pergunta de cliente é a pauta mais barata que existe.
Definido o assunto, falta saber como as pessoas digitam aquilo no buscador. Um texto ótimo sobre "gestão de frota" não aparece para quem procura "controle de veículos da empresa", e só a pesquisa mostra qual dos dois termos o seu público usa.
É a ferramenta que substituiu o antigo Google Keyword Tool. Fica dentro do Google Ads e pede uma conta na plataforma. Você informa alguns termos ligados ao seu produto e recebe variações, com uma estimativa de volume de busca para cada uma. Use para escolher um termo principal por artigo e para colher as variações que viram subtítulos. Temos um passo a passo sobre como definir as melhores palavras-chave para SEO.
O Trends mostra como o interesse por um termo varia ao longo do tempo e entre regiões, e permite comparar dois termos lado a lado. Ele resolve duas dúvidas práticas: qual das duas formas de escrever é mais buscada e em que época do ano o assunto esquenta. Uma loja de material escolar que descobre o pico de buscas em janeiro sabe que o artigo precisa estar no ar em dezembro.
ChatGPT, Gemini e Claude entraram na rotina de quem escreve, e fazem bem algumas tarefas: sugerir ângulos para uma pauta, montar um roteiro de tópicos, reescrever um parágrafo confuso, adaptar um artigo para um post de rede social, revisar ortografia.
O limite aparece quando o assistente escreve sozinho. Ele produz um texto correto e genérico, igual ao que qualquer concorrente consegue com o mesmo pedido, e pode apresentar como fato um número que não existe. O que diferencia o seu conteúdo é o que só a sua empresa sabe: o caso atendido, o preço praticado, o erro que vocês já viram cliente cometer. A regra que adotamos é simples: a IA ajuda no rascunho e na revisão, e uma pessoa que conhece o assunto confere cada afirmação antes de publicar.
O texto precisa morar num lugar onde mais gente consiga ler e comentar. O Google Docs resolve com comentários, sugestões de edição e histórico de versões, de graça. Monte ali o roteiro de subtítulos antes de escrever e peça a alguém de fora do assunto para ler a versão final. Quem escreveu entende tudo, e é justamente por isso que não enxerga o trecho confuso.
Para guardar referências, links e anotações soltas, um aplicativo de notas como o Evernote ou o Google Keep cumpre o papel. O que importa é ter um único lugar para onde vai toda ideia de pauta.
O Canva é um editor de imagens que roda no navegador, com modelos prontos para post, capa de artigo, apresentação e anúncio. Quem não tem designer na equipe consegue manter um padrão visual: defina as cores e as fontes da marca uma vez e reaproveite os mesmos modelos. A versão gratuita atende boa parte das necessidades, mas parte dos elementos da biblioteca é paga, então confira a licença antes de usar uma foto num anúncio.
Se faltar referência visual, o Pinterest funciona bem como painel de inspiração, e também como canal de distribuição para alguns segmentos. Explicamos em como divulgar a empresa no Pinterest.
Calendário editorial pode ser uma agenda compartilhada. Crie uma agenda só para o conteúdo, marque a data de publicação de cada peça e, alguns dias antes, o prazo de entrega do texto e da imagem. Convide quem participa. O lembrete faz o trabalho de cobrar.
A frequência certa é a que a equipe aguenta manter. Um artigo a cada quinze dias, publicado sem falhar durante um ano, deixa uns 25 textos no ar. Três por semana em março e silêncio a partir de abril deixam metade disso.
Não instale as oito de uma vez. Abra uma agenda de conteúdo, marque quatro datas para os próximos dois meses e preencha cada uma com uma pergunta que cliente já fez. As outras ferramentas entram conforme a etapa seguinte apertar. Se depois de três meses o conteúdo estiver saindo no prazo e sem trazer visitas, o problema mudou de lugar: aí vale rever a escolha das palavras-chave ou colocar verba para distribuir o que já foi produzido.
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