8 ferramentas para produção de conteúdo, da pauta à publicação
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Os principais tipos de anúncios do YouTube hoje são o in-stream pulável, o in-stream não pulável, o bumper de até 6 segundos, o anúncio in-feed, os anúncios no Shorts e o Masthead no topo da página inicial. Todos são comprados pelo Google Ads, com exceção do Masthead, vendido por reserva. A escolha depende do objetivo: alcance, visualizações ou conversões.
O YouTube tem hoje seis formatos principais de anúncio: in-stream pulável, in-stream não pulável, bumper, in-feed, anúncios no Shorts e Masthead. Os cinco primeiros são criados dentro do Google Ads, em campanhas de vídeo. O Masthead é comprado por reserva, com a equipe comercial do Google.
Quem pesquisou o assunto anos atrás vai sentir falta de alguns nomes. A marca TrueView foi aposentada, e os formatos que ela reunia continuam existindo com outros rótulos. Os anúncios sobrepostos, aquela faixa transparente no rodapé do vídeo, foram retirados em 2023.
| Formato | Onde aparece | Duração | Cobrança mais comum |
|---|---|---|---|
| In-stream pulável | Antes, durante ou depois de outros vídeos | Livre; pode ser pulado após 5 segundos | Por visualização (CPV) ou por mil impressões |
| In-stream não pulável | Antes, durante ou depois de outros vídeos | Até 15 segundos, em geral | Por mil impressões (CPM) |
| Bumper | Antes, durante ou depois de outros vídeos | Até 6 segundos | Por mil impressões (CPM) |
| In-feed | Resultados de busca, página inicial e vídeos relacionados | Livre | Quando a pessoa clica para assistir |
| Shorts | Entre os vídeos verticais do feed do Shorts | Vídeo vertical curto | Varia conforme a campanha |
| Masthead | Topo da página inicial | Vídeo em destaque | Reserva, com valor negociado |

É o anúncio que roda antes ou no meio do vídeo que a pessoa escolheu, com o botão de pular liberado depois de cinco segundos. Era o antigo TrueView in-stream e continua sendo o formato mais usado.
Na compra por visualização (CPV), o anunciante paga quando o espectador assiste a 30 segundos do anúncio, ou ao vídeo inteiro se ele for mais curto, ou quando interage com ele. Quem pula antes disso não gera custo. Isso muda a forma de roteirizar: os cinco primeiros segundos precisam trazer a marca e a promessa do vídeo, porque boa parte da audiência só vai ver esse trecho, e de graça para você.
O espectador assiste até o fim para chegar ao vídeo. A duração costuma ser de até 15 segundos, e a cobrança é por mil impressões. Serve para mensagem curta que precisa ser vista inteira, como o anúncio de uma data promocional. O custo por pessoa alcançada tende a ser maior, e um vídeo fraco nesse formato irrita em vez de convencer.
Um anúncio de até seis segundos, sem opção de pular. Cabe uma ideia só: o nome da marca e uma frase. O bumper funciona bem como reforço, exibido para quem já viu o vídeo mais longo da campanha, e mal como peça única de um produto que precisa de explicação.
Aqui o anúncio aparece como miniatura com título e texto, misturado aos resultados da busca do YouTube, à página inicial e à lista de vídeos relacionados. Era chamado de TrueView discovery. A pessoa não é interrompida: ela vê a miniatura e decide clicar, e é o clique para assistir que gera a cobrança.
É o formato indicado para vídeo mais longo, como tutorial, demonstração de produto e comparativo, porque quem clica já tem interesse no tema. A miniatura e o título pesam tanto quanto o vídeo.
São vídeos verticais exibidos entre um Short e outro, que o usuário dispensa deslizando o dedo. O Google Ads consegue adaptar um vídeo horizontal para essa posição, mas o resultado costuma ser pior do que o de um vídeo gravado na vertical, com a mensagem nos primeiros dois segundos e legenda para quem assiste sem som.

O Masthead ocupa o topo da página inicial do YouTube no computador, no celular e na TV. É um formato de alcance em massa, vendido por reserva diretamente com o Google, com investimento fora da realidade de pequenas e médias empresas. Aparece em lançamento de filme, de carro e em campanha de grande varejista.
O Google Ads organiza as campanhas de vídeo pelo objetivo, e em vários tipos de campanha ele mesmo distribui o anúncio entre in-stream, in-feed e Shorts. Mesmo assim, saber o papel de cada formato ajuda a decidir que vídeos produzir.
Um exemplo de conta pequena: uma escola de idiomas com R$ 1.500 por mês para vídeo rende mais com um único anúncio pulável de 20 a 30 segundos, segmentado para a cidade e para quem pesquisou cursos de inglês, do que dividindo a verba entre quatro formatos. Com pouco orçamento, cada formato extra reduz o volume de dados de todos os outros e nenhum chega a mostrar o que funciona.
Lembre também que uma parte grande da audiência assiste ao YouTube na televisão, onde não há como clicar. Nesses casos o resultado aparece depois, em buscas pelo nome da marca e em visitas diretas ao site, e não no relatório de cliques do anúncio. O passo a passo de criação da campanha está em como anunciar no YouTube, e a gestão desse tipo de mídia faz parte do nosso serviço de tráfego pago.
Antes de subir a campanha, vincule o canal do YouTube à conta do Google Ads. Sem o vínculo, você perde as métricas de visualização orgânica geradas pelo anúncio e não consegue criar públicos de remarketing com quem já assistiu aos seus vídeos.
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