Dicas para gravar e publicar Reels do Instagram
Passo a passo para gravar, editar e publicar Reels, com o que mudou em duração, áudio e recursos de edição.
A Company Page, hoje chamada de LinkedIn Page, é o perfil oficial da empresa na rede. Ela é necessária para veicular os principais formatos de anúncio, vincula os funcionários à marca, mostra dados de quem acompanha a empresa, ocupa um resultado na busca pelo nome do negócio e reúne o conteúdo institucional em um endereço só. Criar é gratuito; o trabalho está em manter.
A Company Page, que o LinkedIn hoje chama de LinkedIn Page, é o perfil oficial da empresa na rede. Criar a página compensa por cinco motivos práticos: os principais formatos de anúncio dependem dela, os funcionários passam a ter a que vincular o cargo, você enxerga dados de quem acompanha a marca, a empresa ganha mais um resultado na busca pelo próprio nome e o conteúdo institucional deixa de ficar espalhado em perfis pessoais. A criação é gratuita e leva poucos minutos. O trabalho está em manter.
Para quem vende para outras empresas, existe ainda um motivo que vem antes de todos. É comum o comprador abrir a página da empresa logo depois de ver o perfil do vendedor que o abordou. Página sem logotipo, com descrição de uma linha e último post de dois anos atrás pesa contra na hora de responder à proposta.
O conteúdo patrocinado, formato mais usado na plataforma, é um post da página exibido para pessoas que não a seguem. Sem página, a campanha não tem de onde sair. O mesmo vale para as mensagens patrocinadas e para os formulários de geração de leads, que carregam o nome e o logotipo da empresa.
O que justifica anunciar ali é a segmentação por dados profissionais: cargo, função, setor, tamanho da empresa, nível de experiência. Uma fabricante de software para hospitais consegue falar só com diretores administrativos de instituições de saúde com mais de 200 funcionários. O clique costuma custar mais caro do que no Google ou na Meta, e a conta fecha quando o contrato vendido é de valor alto. Quem está montando essa parte da operação pode ver como a gente trabalha em gestão de tráfego pago.
Quando alguém preenche a experiência profissional no perfil, o LinkedIn sugere as páginas que existem com aquele nome. Se a empresa não tem página, o cargo fica com um ícone cinza genérico e sem link. Se tem, o logotipo aparece no perfil de cada funcionário e leva para a página, que por sua vez lista essas pessoas.
Numa empresa de 30 pessoas, são 30 perfis exibindo a marca para as próprias redes de contatos, sem custo. Esse vínculo também ajuda quem está avaliando a empresa a encontrar o interlocutor certo, e ajuda candidatos a entender quem trabalha ali antes de se inscrever em uma vaga.
A área de análise da página mostra visitantes, seguidores e o desempenho de cada publicação: impressões, cliques, reações, comentários e compartilhamentos. O dado mais útil, porém, é o perfil dessa audiência, separado por função, setor, senioridade, localização e porte da empresa em que trabalha.
Isso responde a uma pergunta que curtida nenhuma responde. Uma consultoria de logística pode descobrir que a maior parte dos seguidores é de estudantes e analistas, quando quem contrata o serviço é gerente de operações. Com essa informação, muda-se o tema dos posts e o público convidado a seguir a página.
É comum ouvir que a página melhora o SEO da empresa, e a promessa precisa de ajuste. A página no LinkedIn não melhora a posição do seu site no Google. O que acontece é que ela costuma aparecer entre os primeiros resultados quando alguém pesquisa o nome da empresa, ao lado do site e do Perfil da Empresa no Google. É um resultado a mais sob seu controle, com descrição, endereço do site e contato.
Dentro do LinkedIn, a busca usa o nome, o slogan e a descrição da página. Escreva a descrição com os termos que o cliente usaria para procurar o serviço, sem empilhar palavra-chave. "Consultoria de logística para e-commerce" é o que o cliente digita; "soluções inovadoras em supply chain" serve para qualquer empresa e ninguém procura. O vídeo abaixo, do nosso canal, mostra como escolher esses termos.
Na página ficam os posts, os documentos em carrossel, os vídeos, as vagas abertas, os eventos e, se a empresa quiser, uma newsletter. Quem chega pelo perfil de um vendedor encontra ali o histórico do que a empresa publica e consegue seguir para receber os próximos.
Um aviso de quem gerencia páginas: post de perfil pessoal tende a alcançar mais gente do que post de página. Por isso, a página funciona melhor como base. A empresa publica nela, e sócios e funcionários compartilham com um comentário próprio. No artigo sobre como aumentar o engajamento em perfis e páginas no LinkedIn a gente detalha essa combinação.
Só depois disso convide as conexões dos administradores a seguir a página. O LinkedIn limita a quantidade de convites por mês, então comece por clientes, parceiros e pessoas com o cargo que você quer alcançar.
Um cuidado que evita dor de cabeça: a página é administrada a partir de perfis pessoais. Cadastre pelo menos duas pessoas como administradoras, de preferência um sócio entre elas. Quando o único administrador sai da empresa, recuperar o acesso depende do suporte do LinkedIn e pode levar semanas.
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