8 ferramentas para produção de conteúdo, da pauta à publicação
Oito ferramentas, quase todas gratuitas, que cobrem a produção de conteúdo da escolha da pauta até o calendário de publicação.
A página 404 personalizada serve para segurar o visitante que caiu em um endereço inexistente. No lugar da mensagem padrão do servidor, ela mantém a identidade do site, explica o que houve e oferece saídas: busca, links para as páginas principais e um contato. Tecnicamente, precisa continuar respondendo com o código 404, para que o Google não a trate como conteúdo.
Uma página 404 personalizada existe por um motivo simples: o visitante que encontra a tela padrão de "Not Found", em fundo branco e sem menu, conclui que o site quebrou e volta para o Google. Quando a mesma situação mostra o logotipo, o menu, uma frase clara e dois ou três caminhos para seguir, a pessoa tem motivo para continuar navegando. A visita, que muitas vezes custou um clique pago, deixa de ser perdida.
O erro 404 é a resposta do servidor quando alguém pede um endereço que não existe. Isso acontece em qualquer site, por quatro razões recorrentes: um link interno apontando para o lugar errado, uma página removida ou renomeada em uma reformulação, um link antigo publicado em outro site ou salvo nos favoritos, e erro de digitação.

Humor e ilustração são bem-vindos quando combinam com a marca. Só não podem empurrar para baixo o que resolve o problema do visitante.
O conteúdo ideal muda conforme o que a pessoa foi buscar.
Em uma loja virtual, quem cai em um 404 quase sempre procurava um produto. A página deve trazer a busca logo no topo, as categorias e uma vitrine com os itens mais vendidos. Se o produto saiu de linha, o melhor é nem deixar o endereço cair em erro: redirecione para a categoria ou para o modelo que o substituiu.
No site de uma clínica, o visitante quer marcar consulta ou confirmar se a especialidade é atendida. Botão de agendamento, telefone, WhatsApp e a lista de especialidades cumprem a função.
Um blog resolve com a busca e os artigos mais lidos de cada assunto.
Para uma empresa de serviços B2B, vale listar os serviços e oferecer o formulário de contato, já que o visitante pode ser um comprador que guardou o link de uma proposta ou de um material antigo.
A parte visual é a metade do trabalho. A outra metade fica no servidor.
É comum o site exibir a mensagem de "não encontrada" e, por baixo, informar ao navegador que está tudo certo, com o código 200. O Google chama isso de soft 404 e aponta o problema no Search Console. Na prática, o buscador perde tempo rastreando endereços vazios e pode indexar páginas de erro como se fossem conteúdo.
Alguns sites mandam qualquer endereço inexistente para a home. A pessoa clica em um link sobre um assunto, cai na capa do site e não entende o que aconteceu. O Google tende a tratar esse redirecionamento genérico como soft 404 também.
Se a página antiga tem uma substituta, o redirecionamento permanente leva visitantes e buscadores direto ao novo endereço, sem passar pela tela de erro. Em troca de plataforma ou reformulação de site, monte antes a tabela de endereços antigos e novos. É nesse momento que os erros 404 costumam aparecer às centenas.
No WordPress, o tema tem um modelo próprio para a página de erro, editável pelo construtor de páginas ou pelo desenvolvedor. Plataformas de loja virtual e criadores de site trazem o modelo nas configurações de tema. Em sites feitos sob medida, a página é definida no servidor ou no framework. Depois de publicar, digite um endereço inventado no navegador e confira o resultado, inclusive no celular.

O Search Console lista, no relatório de indexação de páginas, os endereços que retornaram "Não encontrado (404)" quando o Google tentou acessá-los. No GA4, dá para filtrar as visualizações pelo título da sua página de erro e ver quais endereços as pessoas tentaram abrir e com que frequência. Ferramentas de rastreamento, como o Screaming Frog, percorrem o site e apontam os links internos quebrados.
Com a lista em mãos, a prioridade segue uma ordem. Primeiro, os links internos quebrados, corrigidos na origem. Depois, os endereços que ainda recebem visitas ou links de outros sites, que ganham redirecionamento 301 para o conteúdo mais próximo. Os demais podem permanecer como estão.
Um site ter alguns erros 404 é normal, e isso por si só não prejudica a posição no Google. O prejuízo está no visitante que desiste e no link externo que apontava para uma página que sumiu. Nas semanas seguintes a qualquer mudança grande no site, consulte esses relatórios toda semana: é quando os erros se multiplicam e ainda dá tempo de corrigir antes que o tráfego caia.
Oito ferramentas, quase todas gratuitas, que cobrem a produção de conteúdo da escolha da pauta até o calendário de publicação.
Sete formatos de vídeo para empresas, quando usar cada um, o que é preciso para gravar e quais métricas acompanhar.
WordPress, Wix, Ghost, Blogger e Medium comparados para quem vai criar blog, com os critérios que importam para uma empresa.
Conte o que você está tentando resolver em mídia paga, CRM ou dados. A resposta chega por e-mail ou WhatsApp.
+55 11 91306-3173 oi@postdigital.cc