8 ferramentas para produção de conteúdo, da pauta à publicação
Oito ferramentas, quase todas gratuitas, que cobrem a produção de conteúdo da escolha da pauta até o calendário de publicação.
Vale fazer vídeo marketing porque o vídeo mostra o produto funcionando e a pessoa por trás da empresa, duas coisas que texto e foto explicam mal, e porque Instagram, TikTok, YouTube e as plataformas de anúncio dão cada vez mais espaço a esse formato. Com um celular, boa luz e áudio limpo já dá para começar, pelos vídeos que respondem às dúvidas que os clientes fazem antes de comprar.
Vídeo marketing é o uso de vídeo para atrair, convencer e atender clientes: o Reel que mostra o prato saindo da cozinha, o tutorial no YouTube, o depoimento na página de vendas, o anúncio de quinze segundos antes de outro vídeo. A razão para investir nele é direta. Há coisas que o cliente precisa ver para acreditar, e o vídeo é o formato que mostra.
Uma loja de móveis planejados pode escrever que suas gavetas têm fechamento suave. Em vídeo, alguém empurra a gaveta e ela fecha sozinha, sem barulho, em três segundos. A demonstração dispensa o adjetivo. O mesmo vale para o antes e depois de uma reforma, para o software cuja tela o cliente quer ver antes de pedir uma demonstração, para a roupa que só mostra o caimento com alguém vestindo.
O segundo efeito é sobre a confiança. Em serviços, o cliente contrata uma pessoa: o dentista, a advogada, o corretor, o professor. Ver e ouvir essa pessoa explicando um assunto por um minuto dá uma noção de como ela trabalha, e a primeira conversa já começa com parte da desconfiança resolvida.
Depois vem a distribuição. Instagram, Facebook, TikTok e YouTube colocam vídeo curto em destaque e o exibem para gente que não segue o perfil, coisa que raramente acontece com uma foto. Para uma empresa pequena, é a forma mais acessível de aparecer para desconhecidos sem pagar por isso.
Por fim, o YouTube funciona como buscador. As pessoas digitam ali "como trocar resistência de chuveiro" ou "vale a pena consórcio de imóvel", e os vídeos também aparecem nos resultados do Google. Um vídeo que responde bem a uma pergunta continua recebendo visitas por anos, como um bom artigo de blog. Falamos dessa lógica em o que é marketing de conteúdo.
Reels, TikTok e YouTube Shorts. Dura de alguns segundos a pouco mais de um minuto, é gravado com o celular em pé e disputa a atenção de quem está passando o dedo pela tela. Serve para ser descoberto. Funciona com uma ideia por vídeo: uma dica, um bastidor, uma demonstração, um erro comum do cliente. O começo decide tudo, então a primeira frase já diz do que se trata.
Tutoriais, comparativos, respostas completas a uma dúvida. Atende quem está pesquisando antes de comprar e tem paciência para dez minutos se o conteúdo ajudar. Exige mais roteiro e rende por mais tempo.
Demonstração na página de produto, depoimento de cliente na página de serviço, uma apresentação curta da empresa. Aqui o vídeo trabalha na conversão, tirando a dúvida que impede o pedido de orçamento. Mais motivos para cuidar dessa base estão em por que a empresa deve ter um site.
No YouTube, pelo Google Ads, e no Instagram e Facebook, pelo Meta Ads. A segmentação permite exibir a peça por região, interesse ou para quem já visitou o site. Vídeos que tiveram bom desempenho orgânico costumam ser bons candidatos a anúncio, porque o público já mostrou que assiste.
Transmissões para tirar dúvidas, lançar um produto ou dar uma aula. Fazem sentido quando já existe uma audiência para convidar, por e-mail ou pelas redes.
Para a maior parte do que uma empresa publica no dia a dia, não. Nas redes sociais, um vídeo gravado com celular, com cara de conversa, costuma ser mais bem recebido do que uma peça com acabamento de comercial de TV. O que não pode faltar é o básico técnico:
A produção profissional compensa em peças que vão ficar no ar por muito tempo ou representar a marca em situações formais: o vídeo institucional, o filme de uma campanha maior, depoimentos para a página principal de vendas.
Liste as dez perguntas que os clientes mais fazem antes de fechar negócio. O time de vendas e o histórico do WhatsApp têm essa lista pronta. Cada pergunta vira um vídeo de até um minuto, respondido por quem atende o cliente de verdade. Grave vários numa mesma manhã e publique um ou dois por semana.
Esse primeiro lote resolve três coisas de uma vez. A empresa descobre quem da equipe fica à vontade diante da câmera, o perfil ganha conteúdo que interessa a quem está perto de comprar e o vendedor passa a ter um link para mandar quando a mesma dúvida aparecer de novo. Para ir adiante, veja 7 maneiras de fazer vídeo marketing.
Visualização é o número que mais aparece e o que menos informa, porque as plataformas contam como visualização poucos segundos de exibição. Olhe para a retenção, que mostra em que ponto as pessoas param de assistir. Queda forte nos primeiros segundos indica abertura fraca. Queda no meio aponta para um trecho que pode ser cortado.
Depois, acompanhe o que acontece fora do vídeo: cliques no link, mensagens recebidas, visitas ao site vindas do YouTube e das redes, que o GA4 registra por origem. E pergunte aos novos clientes como chegaram até a empresa. Quando "vi um vídeo de vocês" começar a aparecer nas respostas, vale colocar verba de anúncio nos vídeos com melhor retenção, para que cheguem a quem ainda não segue o perfil.
Oito ferramentas, quase todas gratuitas, que cobrem a produção de conteúdo da escolha da pauta até o calendário de publicação.
Sete formatos de vídeo para empresas, quando usar cada um, o que é preciso para gravar e quais métricas acompanhar.
WordPress, Wix, Ghost, Blogger e Medium comparados para quem vai criar blog, com os critérios que importam para uma empresa.
Conte o que você está tentando resolver em mídia paga, CRM ou dados. A resposta chega por e-mail ou WhatsApp.
+55 11 91306-3173 oi@postdigital.cc