8 ferramentas para produção de conteúdo, da pauta à publicação
Oito ferramentas, quase todas gratuitas, que cobrem a produção de conteúdo da escolha da pauta até o calendário de publicação.
Site responsivo é aquele que reorganiza o próprio layout conforme o tamanho da tela: o mesmo endereço e o mesmo conteúdo funcionam no celular, no tablet e no computador. Hoje é requisito básico, porque a maior parte dos acessos vem do celular e o Google avalia a versão para celular das páginas ao decidir o posicionamento na busca.
Site responsivo é um site que se ajusta à tela de quem acessa. No computador, o conteúdo aparece em colunas, com menu aberto no topo. No celular, as mesmas informações se empilham numa coluna só, o menu se recolhe num botão, as imagens encolhem e os botões ficam grandes o bastante para o dedo. O endereço é um só e o conteúdo é o mesmo; muda a disposição.
Quando este assunto surgiu, era tratado como novidade. Hoje é o padrão de qualquer site bem-feito, e a pergunta útil passou a ser outra: o seu site, além de responsivo no papel, funciona de verdade no celular?
O layout responsivo é construído com medidas flexíveis e com regras de CSS que se aplicam conforme a largura da tela. Abaixo de certa largura, três colunas viram uma, a barra lateral desce para o fim da página, a tabela ganha rolagem horizontal. O navegador recebe o mesmo HTML em qualquer aparelho e aplica as regras correspondentes.
Você consegue ver isso num computador. Abra um site, diminua a janela do navegador arrastando a borda e observe: se os blocos se reorganizam, ele é responsivo. Se aparece uma barra de rolagem horizontal e parte do conteúdo some para o lado, não é.
Antes de o layout responsivo se popularizar, a solução para o celular era criar um segundo site, em geral num endereço como m.empresa.com.br, com menos conteúdo e outro visual. O servidor identificava o aparelho e redirecionava.
Esse modelo dá trabalho em dobro. Cada mudança de preço, texto ou produto precisa ser feita em dois lugares, e com o tempo as versões ficam diferentes. Para o Google são dois endereços a rastrear, e qualquer falha no redirecionamento vira erro para o visitante. Por isso o site mobile separado caiu em desuso, e quem ainda tem um deve planejar a migração. Comparamos as duas abordagens com mais detalhe em site responsivo x site mobile.
Quem chega pelo celular a uma página feita só para computador precisa dar zoom para ler, arrastar a tela para os lados e acertar links minúsculos. A maioria fecha a aba. Para uma empresa em que boa parte dos acessos vem do celular, o que vale para praticamente todo negócio local e para qualquer um que anuncie em rede social, isso significa perder o visitante antes de ele ler a oferta.
O Google rastreia e avalia os sites usando a versão para celular das páginas, prática que ele chama de indexação mobile-first. Se no celular o seu site esconde conteúdo, carrega devagar ou tem elementos que não cabem na tela, é essa versão que entra na avaliação, mesmo para quem busca pelo computador. A documentação do Google sobre indexação mobile-first detalha as recomendações.
Quase todo clique vindo de Instagram, Facebook e de boa parte das campanhas de Google Ads acontece no celular. Se a página de destino é ruim de usar, você paga pelo clique e o visitante sai sem pedir orçamento. As plataformas de anúncio também consideram a experiência na página ao decidir quanto cobrar e com que frequência exibir a peça. Um site que não funciona no celular encarece toda a mídia.
Muito site passa no teste de redimensionar a janela e ainda assim atende mal. Os problemas que mais encontramos:
Nenhum desses itens quebra o layout. Todos derrubam a taxa de conversão.
Em site novo, nada a mais. Os temas atuais de WordPress, as plataformas de loja virtual e os construtores de site já entregam layout responsivo, e qualquer desenvolvedor trabalha assim por padrão. Ao contratar, inclua no escopo a aprovação do layout no celular antes da versão para computador, e não depois. Reunimos outras recomendações em 6 dicas de como fazer um site responsivo.
Em site antigo, feito com largura fixa, adaptar costuma sair mais caro do que refazer. Se o seu ainda está nessa situação e você investe em anúncios, trate a troca como prioridade antes de aumentar a verba: cada real colocado em mídia continua levando gente para uma página que ela abandona.
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